Forró na Caixa retoma a rabeca para animar a festa em Olinda

30 anos depois do 1º manifesto do Manguebeat, os desdobramentos daquela onda musical persistem na atual geração que move a música em Pernambuco. Domingo, na Estação da Luz, o grupo Forró na Caixa, um desses desdobramentos, vai animar a festa, enfatizando a rabeca, como instrumento solo. Quem já estava taludinho nos anos 90, certamente balançou o esqueleto na véspera de uma noite de São João na Soparia, com o Mestre Ambrósio e seu forró pé-de-calçada. Botando pra jambrar. Uma função memorável. 

Martins (vocal e rabeca), Ju Valença (Zabumba), Rodrigo Samico (baixo), Rodrigo Felix e Frank Shósthenes (percussão) se identificam com a supracitada Mestre Ambrósio, Chão e Chinelo, e Quarteto Olinda, mas também com os mestres da Zona da Mata. O Forró na Caixa leva à frente a proposta estética de 25 anos atrás, aplicando um tratamento contemporâneo ao ritmos embutidos no coletivo forró, xote, baião, arrastão, samba, frevo (que era tocado por todos os grandes sanfoneiros dos anos 60). É música para só curtir, ou para exibir os dons de dançarinos.

A função começa às 17h, desse domingo, 10 de abril, dia do 1º Forró na Caixa, dentro do projeto que está agitando Olinda (que tá precisando mesmo de agito), o Domingo Azul da Casa Estação da Luz, que fica na Rua Prudente de Morais, 313, no Carmo. A dolorosa é até acessível: R$60 e R$30

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