Paulinho da Viola, com Nervos de Aço, inaugura o Clube do Vinil, da Universal Music Brasil

O cada vez maior número de consumidores do velho bolachão de vinil ganhou um aliado na Universal Music Brasil. A gravadora dará o pontapé inicial, em 1º de setembro, no seu novo projeto, o Clube do Vinil, cujo título inaugural é o LP Nervos de Aço, de Paulinho da Viola, de 1973, em vinil azul. A curadoria do clube é do ex-Titãs Charles Gavin, um especialista no assunto. Os textos dos encartes dos álbuns serão assinados por Tárik de Souza, decano da crítica na imprensa brasileira.

Em seguida a este antológico disco de Paulinho da Viola, virão Álibi, de Maria Bethânia, e Sinal Fechado, LP de Chico Buarque, gravado em 1974, em plena época do sufoco. Chico era tão cerceado pela censura, que resolveu gravar um disco de intérprete, sem nenhuma canção autoral.

Na agenda do Clube do Vinil estão previstos álbuns de Caetano Veloso, Cássia Eller, Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Elis Regina, Nara Leão, The Rolling Stones, Nirvana, e o grande elenco do gargantuesco catálogo da gravadora.

O número de associados será  limitado, o que garantirá aos membros do clube acesso a produtos superexclusivos, como discos em vinis coloridos, entre clássicos do catálogo e novos projetos. Junto ao vinil, o comprador receberá um encarte com o texto de Tárik de Souza. Para se tornarem associados, os usuários poderão escolher entre o plano mensal (por R$ 169,90) e o anual (por 12x R$ 129,90).

Em ambos os planos os assinantes receberão em casa um disco de vinil por mês e sem pagar pelo frete, além de receberem 15% de cashback para a compra de outros produtos da UMusic Store (plataforma de e-commerce da companhia). Contudo, os assinantes do plano anual ainda terão como um benefício a mais o frete grátis para qualquer compra na UMusic Store durante o período de sua assinatura.

Mais informações https://digital.umusic.com/clube-do-vinil 

Um comentário em “Paulinho da Viola, com Nervos de Aço, inaugura o Clube do Vinil, da Universal Music Brasil

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  1. Muito boa nova essa Teles, obrigado! Esses dois álbuns citados por você nessa matéria formam a trilha inspiradora do Festival Que Não Aconteceu, capítulo já escrito do The Brazilian Driver nas Estradas da Música Brasileira. O evento da segunda edição do Festival de Verão da Nova Jerusalém, programado, e com a lotação de ingressos vendida, para o dia 30 de novembro de 1974 foi abortado por uma canetada do ministro Armando Falcão, em Brasilia, no dia 28 de novembro, por conta das presenças de Chico Buarque e do MPB4 na programação. E foi enterrado pelas tropas do IV Exército, nos dias 29 e 30 seguintes, na estátua de pedra do cangaceiro, único acesso para a cidade-teatro, na estrada que liga Caruaru à sua Campina Grande! Da estátua pra Nova Jerusalém, Fazenda Nova e Brejo da Madre de Deus, não passava ninguém!

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