Josildo Sá grava É Proibido Cochilar com a inusitada percussão de um tear enquanto um artesão tece uma rede

O forrozeiro Josildo Sá teve uma sacada genial ao visitar, Caraibeiras, distrito de Tacaratu, no sertão pernambucano, conhecido como ‘terra da rede”.
Josildo, que voltou a morar em Tacaratu, onde cresceu, ficou observando o artesão tecendo uma rede, e sentiu que o barulho do tear tinha uma cadência que poderia ser empregada como base percussiva. Na hora, puxou o arrasta-pé, Proibido Cochilar, de Antõnio Barros, um clássico do forró, lançado, em 1974, pelo Três do Nordeste. Josildo entusiasmou-se e cantou a canção inteira, tendo como acompanhamento apenas o baticum do tear. Performance inusitada registrada por @franciscoimagens. O som do tear inspirou também uma composição ainda inédita, Na Batida do Tear, que estará no próximo disco de Josildo Sá.

Confira o vídeo em @telestoques

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