Milton Nascimento: encontro, despedidas e alto astral na Arena PE, no show A Última Sessão de Música

“A dignidade tranquila, sem concessões ao público. Sem concessões a ninguém, aliás. Não ri, nem chora, canta e toca sereno, positivo, como se rezasse. É altivo e imperturbável, nem o êxito o comove. Parece um filho de rei”, o comentário é da escritora Rachel de Queiroz, sobre Milton Nascimento, uma crônica publicada em 1967, quando... Continuar Lendo →

Rainha Elizabeth esteve duas vezes no Recife em 1968. Voltou para Londres levando na bagagem 50 caixas de abacaxi, e um retrato autografado do marechal Costa e Silva

Glauber Rocha poderia ter sido o autor do roteiro da rainha Elizabeth e do marido, o Principe Phillips, em novembro de 1968, na única visita de Sua Majestade ao Brasil. Na semana da chegada do casal real ao Recife, por onde começaram a visita, jornais ingleses noticiavam que em celebrações de vodu na Bahia (candomblé,... Continuar Lendo →

Há 50 anos despojos de D.Pedro I desfilavam num blindado do Exército pelas ruas do Rio ao som da Marcha Fúnebre de Chopin

e o ponto alto seria a vinda para o Brasil dos restos mortais de D.Pedro I, autor do brado retumbante às margens plácidas do Ipiranga. Ali foi construído o mausoléu imperial, onde repousaria os despojos do imperador que antes, de deitar eternamente naquele berço esplêndido, circularia pelas capitais do país. O coronel Costa Cavalcanti, integrante... Continuar Lendo →

Valsa dos Cogumelos é o inventário da psicodelia pernambucana da década de 70

Sombra e Algas Frescas, Andrômeda, Licá, Mão de Obra, Baleia, Eva, Crucifixo, Porta Larga Band, Creme Mágico. Pouquíssimos pernambucanos sabem o que são os nomes citados. Todos integravam as hostes da cena udigrudi da Região Metropolitana do Recife, ou psicodelia, como chamam agora, e estavam escalados para se apresentar no Concerto Chaminé lendário festival realizado... Continuar Lendo →

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